ALLONECasa Digital
Todos Somos Um

Um mundo onde ninguém se sente só.

Cada pessoa pertence. E cuidar de alguém não é um serviço nem um favor — é o que se faz por quem é nosso.

  1. A começar
  2. Somos uma pessoa
  3. Localização ainda não
  4. Atualizado

Imagina

  • Um lugar onde o tempo abranda e a vida volta a ter espaço para o que realmente importa.
  • Onde a natureza faz parte da família e a família faz parte da natureza.
  • Onde ninguém precisa de pedir ajuda para ser cuidado.
  • Onde o valor de uma pessoa nunca depende da sua idade nem da sua capacidade de produzir.
  • Onde o avançar da vida nunca significa solidão.
  • Onde quem sabe ensina, e quem aprende também ensina.
  • Onde cada pessoa sente que pertence.
  • Onde quem recebe, um dia também oferece.
O nome

AllOne

  • aloneSozinho
  • all oneTodos um

A distância entre as duas realidades é exatamente o desafio que este projeto pretende transformar.

A imagem de onde parti

Três aldeias, no meio da natureza.

Na imagem de onde parti, existiam três aldeias em Portugal: uma a norte, uma no centro e outra a sul. Lugares no meio da natureza, com casas modulares de diferentes tipologias, acrescentadas à medida que cada comunidade cresce.

À sua volta, os espaços, as infraestruturas e os serviços necessários para que uma pessoa possa ali viver todas as etapas da sua vida — incluindo aquelas em que o corpo começa a pedir mais cuidado.

É uma imagem, não é um plano. Ainda não há terreno, projeto de arquitetura ou orçamento. Mas foi esta imagem que pôs a AllOne em marcha e continua a indicar uma direção — mesmo que aquilo que venha a nascer seja mais pequeno, diferente ou surja noutro lugar.

Por que existe a AllOne

É uma forma de pertencer, muito antes de ser um lugar.

Passamos a vida a tentar resolver a falta de dinheiro, de tempo, de espaço — e esquecemos a falta que pesa mais: a de ter a quem pertencer. É por aí que a AllOne começa, hoje, muito antes de haver qualquer terreno.

O que sustenta essa prática são três coisas simples, e é delas que fala o resto desta página. As aldeias, se um dia existirem, serão a consequência dessa prática — nunca a condição para ela começar.

Pertença

Relações e espaços onde cada pessoa se sente vista, escutada e necessária — não tolerada.

Cuidado

Organizar a vida de forma a que cuidar dos outros deixe de ser exceção e passe a ser cultura.

Reciprocidade

Todos podem receber, oferecer, ensinar, aprender e participar de acordo com as suas possibilidades.

Os quatro compromissos

Humana, intergeracional e renovadora.

Estes são os pontos que não estão em negociação. Tudo o resto — a forma jurídica, o lugar, o ritmo — será desenhado à medida que mais pessoas se forem juntando.

  • Vida intergeracional Crianças, adultos e pessoas mais velhas a crescerem e a cuidarem no mesmo espaço, todos os dias.
  • Natureza presente Terra, água, alimento, silêncio e biodiversidade integrados no quotidiano — não como paisagem, mas como relação.
  • Autonomia com comunidade Casa própria e espaço individual sem isolamento; vida coletiva sem perda de liberdade nem de privacidade.
  • Economia ao serviço da vida Recursos orientados para a missão e para o bem comum — sem despesas escondidas, e resposta honesta a quem perguntar onde vai o dinheiro.
Quem está por trás

Uma pessoa, um nome, um contacto.

Olá! Sou o Celestino João Barata. Nasci em 1971 no concelho de Oeiras, que pertence ao distrito de Lisboa, e vivo atualmente no distrito de Setúbal.

Passei toda a minha vida profissional na área das tecnologias de informação. Digo isto primeiro porque torna mais evidente a contradição do que se segue: durante décadas, ajudei a construir infraestruturas de comunicação destinadas a ligar pessoas, sistemas e aplicações. Ao mesmo tempo, fui vendo cada vez mais pessoas à minha volta viverem sozinhas — sem sentido de pertença e, muitas vezes, sem um lugar onde possam viver com dignidade e ser, simplesmente, quem são.

Demorei a perceber que aquilo que mais nos falta não é tecnologia nem conhecimento. É a consciência de que pertencemos uns aos outros.

A AllOne nasce daí. Estou disposto a dar-lhe o meu tempo, a minha energia e uma parte séria do que me resta de vida, sem saber ao certo onde este caminho vai dar. Faço-o porque acredito que cuidar de uma pessoa concreta já muda alguma coisa, mesmo quando não muda tudo.

Não há equipa, não há investidores, não há organização por trás deste site — apenas uma pessoa a começar em público, a convidar outras a chegar cedo.

info@allone.pt

Em desenvolvimento

O desenho das aldeias.

Estou neste momento a desenhar a primeira versão da arquitetura: como podem ser as casas, que espaços de natureza as rodeiam, como se organiza o conjunto e que infraestruturas de apoio fazem falta para ali se viver uma vida inteira.

A ideia de base é modular. Casas de tipologias diferentes, que se acrescentam à medida que as pessoas chegam, em vez de um plano fechado construído de uma vez.

No centro, um pavilhão amplo e polivalente, com salas que podem ser aulas de manhã e oficina, refeitório ou assembleia à tarde.

É a primeira versão de muitas, e serve para pensar, não para construir. Quando estiver pronta, aparece aqui.

As aldeias serão a consequência.
A escolha vem primeiro.
Pessoas antes de lugares.
AllOne · princípio fundador
Um passo de cada vez

Não há roteiro.

Não vais encontrar aqui um calendário, nem uma lista de próximos passos com datas. Não é modéstia nem estratégia: é que não os tenho.

A AllOne avança por passos que só se tornam visíveis depois de dados. Faço aquilo que consigo fazer sozinho, registo o que aconteceu, e só então decido o seguinte. Quando alguém se junta, o caminho muda — e é suposto mudar.

Por isso não prometo encontros, datas nem etapas. O que existe está no percurso, aqui em baixo, e tudo o que lá está já aconteceu.

Registo Evolução

O que já começou.

Só entra aqui o que já está em marcha. Da primeira etapa até à mais recente — não vais encontrar etapas futuras, porque não sei quais serão nem por que ordem virão.

Visão e propósito

Os princípios orientadores foram escritos e tornados públicos.

Concluído · Jun 2026

Identidade e Casa Digital

Símbolo, linguagem e um site público onde qualquer pessoa pode acompanhar o processo.

Concluído · Jul 2026

Desenho da arquitetura base das aldeias

Uma primeira versão do que poderão ser os espaços, as habitações e as infraestruturas. Está a ser feita agora, e será publicada aqui quando existir.

Em curso

Identificar as primeiras pessoas interessadas em participar

Esta é a única etapa que não posso fazer sozinho. Procuro pessoas dispostas a conversar, a discordar e a construir — não seguidores.

Em curso
Percurso

Uma obra feita à vista de todos.

O mais recente primeiro. Cada entrada é uma coisa que aconteceu, nunca uma coisa prometida — incluindo as que não correrem bem. Se um dia isto parar de ser atualizado, saberás que parou.

A Casa Digital

Símbolo, linguagem e este site ficaram operacionais. Existe agora um endereço para onde apontar quando alguém pergunta o que é a AllOne.

Nasce allone.pt

O domínio foi registado no dia seguinte. Foi a primeira decisão irreversível e a primeira despesa.

O início

Três anos depois da pergunta, uma experiência pessoal trouxe uma frase simples que não se foi embora: we are one. A partir daí, deixou de ser uma ideia que eu ia adiando e passou a ser uma questão de por onde começar.

A pergunta

Onde vão viver as pessoas que chegam ao fim da vida de trabalho e não querem acabar sozinhas, nem num lar? Não encontrei nenhuma resposta que me servisse. Comecei a imaginar uma — e percebi depressa que uma aldeia só para os mais velhos seria repetir o mesmo isolamento com melhores vistas.

Transparência

O que ainda não sabemos.

Prefiro dizer isto agora do que deixar alguém descobrir mais tarde. Serão respondidas com quem cá estiver.

Onde Não há terrenos, nem regiões escolhidas, nem promessa de calendário.
Quanto Não existe modelo financeiro. Ninguém deve, hoje, contar com números que ainda não existem.
Como se decide As regras de decisão ainda estão por escrever. Serão escritas com quem cá estiver.
Quantos somos Estou no princípio. É precisamente por isso que a tua presença pesa tanto agora.
Que forma legal Associação, cooperativa ou outra figura — ainda por decidir, à medida que mais gente se for juntando.
Se resulta Pode não resultar. Comunidades intencionais falham com frequência, e não finjo imunidade.

Perguntas frequentes

A AllOne já tem terreno, casas ou aldeia?

Não. Hoje a AllOne é apenas uma visão, esta “Casa Digital” e as primeiras ações em curso.

É preciso investir dinheiro para participar?

Não. Nesta fase não há qualquer pedido de dinheiro, quotas, donativos ou investimento. Se um dia existir um modelo financeiro, será apresentado por escrito e discutido com quem cá estiver antes de qualquer compromisso de alguém.

Onde vão ficar as aldeias?

Ainda não está decidido, e não há nenhuma diligência em curso. Quando chegar a altura, a escolha será feita com quem cá estiver, ponderando água, solo, acessos, relação com as comunidades locais existentes e enquadramento legal. Portugal é o ponto de partida.

A AllOne é uma associação?

Ainda não. A forma jurídica está por definir e será decidida em função das necessidades reais do projeto, de quem se for juntando e do modelo de sustentabilidade. Associação, cooperativa e outras figuras estão todas em cima da mesa.

Como serão utilizados os recursos financeiros?

Hoje não existem recursos financeiros a gerir: as únicas despesas são o domínio e o alojamento, pagos por quem iniciou o projeto. Quando houver dinheiro envolvido, a intenção é que seja integralmente aplicado na missão — sem despesas escondidas, e resposta honesta a quem perguntar onde vai o dinheiro.

Que compromisso é pedido a quem se junta agora?

Nenhum compromisso formal. Nesta fase pede-se apenas disponibilidade para trocar mensagens e dizer honestamente o que pensa — incluindo quando discorda.

Tenho de me mudar para lá?

Não. Muitas pessoas vão querer contribuir sem viver na comunidade, e isso é legítimo e necessário. A vida partilhada será uma opção, nunca uma condição de participação.

Quem toma as decisões?

Neste momento, quem iniciou o projeto — porque não há mais ninguém. À medida que outras pessoas se forem juntando, as regras de decisão passarão a ser escritas e partilhadas.

É uma comunidade de cariz religioso ou espiritual?

Não. A AllOne nasce de uma experiência pessoal de unidade, e está escrito no percurso, nesta página. Mas não existe doutrina, líder espiritual, prática obrigatória nem exigência de crença. Pessoas religiosas, agnósticas e ateias são igualmente bem-vindas, desde que tratem as convicções das outras pessoas com respeito.

Primeiro contacto

Conta-nos o que te trouxe até aqui.

Não precisas de ter respostas nem de saber o que podes oferecer. Basta dizer quem és e o que te tocou.

Preferes escrever diretamente?

info@allone.pt
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